quarta-feira, 16 de maio de 2007
Chuva Oblícua
Tudo tem um início, prefiro as reticências.
A chuva não para. Olhando a sua forma, e perco.
Um filme repentino. É a minha vida.
Não tem importância. Não preciso fingir.
Caminho. Não existe nada ao meu redor.
Erros e acertos. Momentos traumatizantes.
É impressionante como se amadurece com o tempo.
As indagações passam a ter respostas. Até surgirem outras.
Só que agora, tudo faz sentido.
Visão de 360º. Mas só das coisas passadas.
O tempo é o Senhor da Sabedoria.
É o único que acalma a dor e a saudade; absurdas em suas essências.
Só ele é capaz de nos tranqüilizar quando perdemos alguém que realmente amamos.
As grandes recompensas sempre são trazidas pelo Lord.
É responsável pelos julgamentos mais sensatos e pelos castigos mais justos.
Quanto mais perceptível é a sua passagem, maiores são os arrependimentos.
E o desespero bate, pois não sabemos o quanto dele ainda temos.
A chuva para. É como se tivesse acordado de um transe.
E tudo se embaralha mais uma vez.
Mas, o que são certezas e verdades absolutas mediante tamanha força?
(...).
Acredito no Grande Império do Tempo,
Porque eu cometo erros.
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